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    Orientação médica

    • Foto do escritor: Tati Senra
      Tati Senra
    • 15 de out. de 2018
    • 1 min de leitura

    Procurei minha médica para uma conversa a respeito da gravidez uns dois meses antes de decidir parar de tomar remédio. Como tomei anticoncepcional durante muitos anos, queria entender como as coisas poderiam correr dali pra frente.


    Nesta época, ela me pediu alguns exames de sangue e já foi logo me passando o ácido fólico, vitamina essencial para o desenvolvimento do feto. O ideal é começar a tomar antes mesmo de engravidar. Estava às vésperas do meu casamento e estávamos firmes com esta decisão, mesmo correndo o risco de casar grávida ou engravidar rapidamente.


    Alguns meses depois que parei de tomar o remédio voltei a falar com ela para outras orientações. Depois de algumas tentativas, ela pediu um Ultrassom endovaginal para o Rastreamento da ovulação, um exame chato, que tem que ser feito em dias alternados para confirmar se naquele mês você estará ovulando. Com este exame as chances de engravidar aumentam em 20% uma vez que você sabe o dia certo da ovulação.


    Depois disso deixei o tempo correr e depois de um ano, voltei para avaliarmos e começarmos novos exames. Depois de um ano, os exames passam a ser de investigação, para detectar problemas de fertilidade.


    Repeti os exames de sangue, meu marido fez espermograma e fiz uma ressonância magnética da pelve. Já estão agendados um raio x das trompas e um novo rastreamento da ovulação. Nos próximos dias temos uma consulta com uma nova médica para avaliar os exames e ver o que mais podemos fazer.


    Até aqui está tudo certo. Mas o caminho é longo e ainda não acabou.


    Até o próximo post!


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    Tatiana Senra . 2018

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